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Sylvia Nogueira Cury, brasileira, natural de São José do
Rio Preto, SP, reúne em suas fotos, influências vindas de
outras artes, a da Publicidade e a do Design. Além da plasticidade
sensual de cores, formas e ângulos, suas fotos revelam o amadurecimento
e sobretudo a leveza de seu olhar, expressão de seu respeito pelo
ser humano e de amor à vida.
Morou em 1988 e 1989 nos Estados Unidos, na cidade de Boston, MA, onde
iniciou seus estudos em moda. Arrebanhou prêmio na loja de decoração
Crate & Barrel. No Brasil, comandou duas confecções
de uniformes industriais, desenhou jóias, trabalhou com programação
visual e sinalizações em clínicas e hospitais, criou
inúmeros catálogos e logotipos para segmentos empresariais
variados, até dedicar-se à fotografia em Rio Preto.
Ligada em arte, Sylvia viaja pelo mundo, já tendo fotografado
lugares da Alemanha, Argentina, Alpes Austríacos e Suíços,
Bolívia, Brasil, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Escócia,
Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Irlanda, Israel,
Itália, México, Omã, Peru, Portugal e Suíça.
Com olhar atento, imortaliza a beleza natural e faz poesia com as
imagens. Foi primeiro lugar no Concurso Árvores de São
Paulo/2006, na categoria Relevância, e menção
honrosa na Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Preto
e Branco.
Com apoio da Operadora de Turismo New Age, faz exposições
fotográficas anualmente no Riopreto Shopping Center. Em 2004, mostrou
a Itália; em 2005, o Canadá; em 2006, a Espanha e em 2007,
mostrou o México sob a seguinte ótica: povo acolhedor, vestimenta
colorida, misticismo das pirâmides, respeito aos antepassados, mar
azul turquesa à vontade, cozinha exótica, hotéis
luxuosos, misturados à pureza das pessoas, e uma boa pitada de
pimenta. Receita para uma viagem perfeita.
Em 2008, o país escolhido para fotografar foi Israel. Orgulhoso de suas
raízes. Berço das três maiores religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo
e Islamismo. Elegeu a sua maior jóia, a disputada Jerusalém, como sua
capital, porém o resto do mundo e a ONU a consideram Tel Aviv. Faz fronteira
com o Líbano, Síria, Jordânia e Egito. Falam-se três línguas o hebraico,
o árabe e o inglês. Na rua, os povos dividem o mesmo céu, cada um com
o seu jeito, sua língua, seu traje e o seu Deus.
Em 2009, fotografou os Emirados Árabes Unidos, país transformado pelo
visionário Sheikh Zayed. Retratou Dubai, um lugar de extremos. É a cidade
mais visitada, com seus hotéis mágicos e seus arranha-céus espelhados. Um
verdadeiro louvor ao luxo! Aqui o inimaginável pode ser visto e foi criado
em cima das areias quentes do deserto. Abu Dhabi, Liwa, Al Ain e a Ilha Sir Bani Yas também foram clicadas.
Em 2010 a fotógrafa começou o ano fotografando o inverno na Itália. Iniciou a vigem em Roma, cruzou a Calábria
e andou por toda Sicília. Em abril, voou para a fria Patagônia Argentina. Essas fotos foram exibidas na exposição
anual em setembro no Riopreto Shopping Center.
2011 foi o ano escolhido para fotografar a Turquia, o único país no mundo sediado entre dois continentes: o asiático
(97%) e o europeu (3%): a Turquia. A antiga cidade Bizâncio, posteriormente convertida em Constantinopla e atual Istambul, é, de longe,
a cidade mais vital da Turquia. A Capadócia destoa de tudo, com sua topografia chamada de "lunar", o que faz a viagem
tornar-se encantadora, como um passeio num voo de balão.
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